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POLICIA RETIRA BENS NA FEDERAÇÃO DE REMO



SPORT AFINAL TINHA RAZÃO: BASTOU UM DIA PARA SE CONFIRMAR A NECESSIDADE URGENTE E O FUNDAMENTO DO PEDIDO DE INSOLVÊNCIA DA FEDERAÇÃO DE REMO
 

Como é público, o Sport Club do Porto solicitou ontem o pedido de insolvência da Federação Portuguesa de Remo (FPR). A alguns pareceu uma bomba, mas sabíamos bem o que fazíamos, quando fizemos essa exigência de cumprimento da lei.
 
A única forma de proteger os interesses do Remo Nacional (a 3 meses dos Jogos Olímpicos), e no período em que decorre o funcionamento normal da época desportiva, bem como o interesse geral dos credores da FPR, é o processo de insolvência, obrigação a que estão sujeitos os seus dirigentes (e que recusam cumprir...), e única via de congelar os múltiplos ataques que de forma individual e legítima estão a ser intentados contra aquela federação por parte dos seus credores.
 
A gestão verdadeiramente irresponsável, ilegal e danosa, que tem vindo a ser praticada na FPR, faz correr o risco da derrocada iminente do seu próprio funcionamento, e a implosão da estrutura funcional da mesma, já que as penhoras múltiplas de que está a ser vítima, podem inviabilizar a qualquer momento, as mais correntes funções de administração e controlo da entidade.
 
Sem bens, móveis ou imóveis, computadores, secretárias, material técnico estão à mercê dos credores, a FPR pode parar a todo o momento, criando na prática um vazio institucional, que explodirá com estilhaços para cima de todos os clubes e atletas, um pouco por todo o país, que se veriam impossibilitados da sua normal prática desportiva e competitiva.
 
Bastou um dia para a história nos dar razão:
 
Ontem, com a presença da polícia, e por ordem judicial, foi feita uma intervenção na FPR, retirando através de camião, a generalidade dos bens móveis e equipamentos técnicos, que são indiretamente propriedade dos clubes associados daquela instituição, e que são verdadeiramente indispensáveis para o funcionamento regular da modalidade do remo no nosso país.
 
Era isto que pretendíamos evitar. Infelizmente horas depois da nossa exigência, o que temíamos aconteceu. Sem meios federativos, na prática, o remo tal qual o conhecemos, pode parar a todo o momento.

Não ficamos felizes por termos tido razão tão cedo. Sentimo-nos penalizados, como todos os outros, pelo facto de o irresponsável Presidente da Federação, não ter protegido os ativos à sua guarda, através da apresentação à insolvência, como a lei determina, e como sugerimos na última AG (que embora ilegalmente) reuniu no passado dia 31.3.12.
 
Espera-se agora, que as autoridades administrativas e judiciais, entendam o nosso pedido, e atuem com urgência para ainda salvar o que possa restar do já fragilíssimo funcionamento daquela instituição, que por enquanto ainda detém o estatuto de Utilidade Pública.

 Porto12.3.12
 A Direção do Sport Club do Porto

 

  
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